Quarta-feira, 8 de Julho de 2009

Cura Interior e a Libertação

Porque preciso de Cura interior e Libertação?
Todo ser humano tem necessidade e precisa de cura interior e de libertação, porque dificilmente uma pessoa não passou por sofrimento ou não foi contaminado por algo oculto, a cura interior, ela é a chave para a cura total. Muitas das nossas doenças físicas, não são apenas doenças, mas, são mais do que isto, são efeitos físicos, sinais de uma doença interior muito maior. É muito comum quando uma criança que esta carente de afeto, ela fica muito chorona, triste, desanimada, as vezes deita com ar de doença, a mãe ou alguém da família pergunta o que esta acontecendo ela diz que esta com uma dor as vezes na cabeça, na barriga, no ouvido, na garganta, etc. Naquele momento em que ela teve atenção da mãe, foi tocada, as vezes abraçada, ela sente afeto, carinho e atenção, vamos perceber que sempre que ela tiver carente de afeto, ela vai manifestar uma dor, isto vai tornar para ela uma válvula de escape, consequentemente um efeito de doença física. Na maioria das vezes as pessoas vão ter doenças em sua vida, muitas delas de fundo emocional, devido as suas carências, seus bloqueios emocionais e psicossomáticos. Estas pessoas vão até ser medicadas, isto até provoca um alivio, mantém a pessoa até equilibrada e muitas vezes a pessoa não pode parar de tomar remédio pelo resto da vida, mas não a cura . É muito comum até pessoa procurar um médico para fazer um bom diagnóstico, exames laboratoriais, até mesmo rx , ultra-sonografia , exames sofisticados, tem os sintomas, mas não manifesta a doença propriamente dita, outras vezes manifesta a própria doença. Outra situação é também mães que seus filhos ficaram doentes, devido a condição financeira ou até mesmo por costume levaram-no as benzedeiras espiritas e foram contaminadas, por isso necessitam de libertação, porque dentro da libertação, muitas contaminações se apresenta com efeitos físicos de doenças . Pessoas que tem vícios, nas drogas, alcoolismo ou de auto medicar, até podemos dizer que são pessoas com grande problemas emocionais ou de contaminação, pois cria em si muitas rejeições e doenças que são muito comum. A exemplo de doenças de fundo emocionais que podem acontecer; bronquites , asma, dores de cabeça ,enxaquecas , gastrites, ulceras, problemas de visão, de audição, dificuldades de falar a pessoa fica gaguejando, tiques nervosos, agressividade ou pessoas inertes (sem reações), etc . Não queremos dizer que todas essas doenças neste aspecto são de fundo emocionais , mas muitas delas são.

É Preciso Entender Agora o Falar de Cura Interiror
Quando tratamos desse assunto, é partindo do enunciado acima, de fatos vinda da Libertação, do que fez a pessoa buscar o ocultismo para as soluções dos seu problemas. As pessoas as vezes por problemas financeiros, atravessando dificuldades materiais, doentes fisicamente, psicologicamente, emocionalmente, afetivamente. Com vícios, sentido abandonados, afastados da Igreja, achando que Deus não gosta delas, por tantos problemas que esta passando, sem esperança de uma cura médica, ou Tratamento difícil e prolongado, tentaram resolver de outra forma, com operações espirituais, passes, benzimentos, medicamentos espiritas(garrafadas), banhos, simpatias, amuletos, esta pessoa é uma presa fácil para o Diabo e seu agouros. Nestes casos não foram envolvimentos casuais, mas totais e as vezes de toda a família, e até gerações de Filhos, Pais, Avós, Bisavós, Tataravós, que vira uma contaminação de gerações e doenças espirituais que vão sendo transmitidas uns para os outros decorrente destas situações de maldições.
Então não estamos só falando de Cura Física, mas Cura interior e de Cura Espiritual que é proveniente das contaminações malignas, e dos sofrimentos desde a nossa geração no ventre materno, da herança genética, consangüinidade, é nesta três dimensões que vamos falar.
Já sabemos que a Cura Interior (englobando a física e espiritual), e será esta o nome genérico que vamos usar para este processo de libertação total, onde vai se concretizar na proposto de Jesus: “Eu vim para que tenham vida e vida em abundância”(Jo, 10,10).
Pe. Vagner Baía.

Segunda-feira, 6 de Julho de 2009

A paz!

Proxima formação dia 08 de Julho: cura interior!

Sábado, 4 de Julho de 2009

A estratégia por debaixo de << O código da Vinci >>


A estrat&eactute;gia por debaixo de «O Código da Vinci»
Entrevista com o escritor Mark Shea

SEATTLE, terça-feira, 6 de março de 2006. Milhões de pessoas em todo o mundo leram «O Código da Vinci», e muitas mais esperam ver a versão cinematográfica que estreará em 19 de maio.

Por isso, Mark Shea e Ted Sri --escritor e professor de Teologia, respectivamente-- escreveram o livro «A decepção do Código da Vinci» («The Da Vinci Deception», Ascension), uma guia que marca a diferença entre os fatos e a ficção narrados no livro de Dan Brown.

Shea explicou a Zenit nesta entrevista os principais erros contidos no livro e por que o texto &eactute; uma ameaça para a f&eactute; dos cristãos.

--O que os levou a escrever este livro?

--Shea: Dezenas de milhões de pessoas leram «O Código da Vinci», e muitas viram como sua f&eactute; em Cristo e na Igreja Católica ficava abalada. Este livro converteu-se em um enorme fenômeno cultural, em grande parte porque ataca a verdadeira pessoa e missão de Jesus Cristo. Isso deve ser corrigido.

A resposta no longo prazo &eactute; que «O Código da Vinci» converteu-se na fonte do que eu chamo de «pseudoconhecimento» sobre a f&eactute; cristã.

O pseudoconhecimento &eactute; esse que «todos conhecem», mas que &eactute; irreal. Mas importa realmente quando afeta negativamente as crenças mais sagradas de bilhões de pessoas, e quando acusa a Igreja Católica de ser uma grande «associação de delinqüentes», fundada sobre a mentira da divindade de Jesus e de sua ressurreição.

Quando isso acontece, gênios muito desagradáveis saem de suas garrafas, como quando as mentiras registradas pela polícia czarista do s&eactute;culo XIX, nos «Protocolos dos Sábios de Sião», converteram-se na base do que «todos sabem» sobre os judeus, justificação das terríveis perseguições anti-semitas do s&eactute;culo XX.

«O Código da Vinci» vendeu cerca de 30 milhões de exemplares. Em maio, estreará o filme e adquirirá uma autoridade indiscutível entre uma audiência de milhões de analfabetos históricos e teológicos, a não ser que os cristãos esclareçam os fatos e ajudem os espectadores a reconhecer o mal que lhes fizeram.

Quem diz que «não &eactute; mais que uma novela» simplesmente não compreende que nisto consiste o engano. As pessoas com freqüência aceitam em uma novela de ficção o que não aceitariam em um debate razoável.

E isto &eactute; sobretudo verdade porque Dan Brown, autor de «O Código da Vinci», afirmou recentemente que não mudaria nenhuma de suas asserções básicas no caso de que o que escrevesse não fosse uma novela. Brown pretende dizer que temos de compreender que suas afirmações sobre a origem do cristianismo são verdadeiras.

--Quais são os principais erros de «O Código da Vinci»?

--Shea: Não só há erros desmedidos sobre os fatos, mas tamb&eactute;m mentiras descaradas, grandes e pequenas, sobre praticamente cada uma das mat&eactute;rias que Brown toca em questões de arte, história e teologia. Dá a entender que documentos falsos, que equipara a suas questionáveis fontes rejeitadas, correspondem com os fatos.

Afirma que Leonardo da Vinci não dá a Jesus um cálice em seu quadro de «A Última Ceia» para dizer indiretamente que Maria Madalena &eactute; o verdadeiro cálice que leva o «sangue de Jesus» --ou seja, seu filho--, apesar do fato de que há treze copos na pintura.

Fala acerca do significado de uma palavra aramaica no evangelho gnóstico de Felipe, esquecendo o fato que esse texto está escrito em copta.

Apresenta Maria Madalena como a vítima de uma campanha de difamação católica, sem deter-se a perguntar-se por que &eactute; uma santa católica.

Culpa o «Vaticano» de vários complôs e conspirações que supostamente aconteceram s&eactute;culos antes que o Vaticano existisse para poder conspirar.

E, supostamente, na maior mentira de todas, declara que todo o mundo antes do ano 325 pensava que Jesus não era mais que um «profeta mortal» at&eactute; que Constantino obrigou o Concílio de Nic&eactute;ia a declará-lo Deus «por uma diferença escassa de votos».

Ele não parou a perguntar-se por que, se Jesus foi só um «profeta mortal», inquietou-se em fundar uma Igreja, nem o que foi da Igreja durante os 300 primeiros anos do cristianismo se ningu&eactute;m cultuava Jesus como Deus.

--São um desafio para a Igreja estas inexatidões?

--Shea: Brown está tentando estabelecer um mito inventado, feminista e neopagão. O mito básico &eactute;: Jesus era feminista, partidário ac&eactute;rrimo do neopaganismo. Supostamente, a Igreja cobriu tudo isto com mentiras sobre sua divindade. O ponto de vista de Brown &eactute;: regressemos ao culto à deusa como pretendeu Jesus.

Esta afirmação ridícula e sem nenhum fundamento &eactute;, supostamente, completamente contrária aos atos de Jesus. Mas muitos em nossa cultura acreditam, pois são analfabetos historicamente. De maneira que os católicos devem começar a catequizar-se não só a si mesmos, mas a suas famílias, amigos e vizinhos. Do contrário, deixarão que este mito daninho continue existindo.

--As recentes respostas violentas dos muçulmanos contra as charges de Maom&eactute; parecem assinalar crescentes tensões entre a religião e a sociedade. O que acha sobre o fato de que o filme saia precisamente agora?

--Shea: Sem dúvidas, os promotores do filme tentarão definir os protestos católicos contra as distorções dos fatos por parte de «O Código da Vinci» como idênticas às ameaças dos islamitas radicais à liberdade de expressão.

Agora esta afirmação tem um problema: a Igreja não aprova a queima de edifícios ou as ameaças de morte contra o povo, inclusive quando mentem sobre Cristo. Nós simplesmente e educadamente pedimos que os criadores de «O Código da Vinci» não nos divulguem insultantes mentiras como se fossem fatos.

Os criadores da cultura no Ocidente desacreditam com mais facilidade a Igreja que o Islã radical, pois sabem perfeitamente que o Vaticano lança ameaças de morte.

--Por que as pessoas levam tão a s&eactute;rio as novelas de Dan Brown?

--Shea: «O Código da Vinci» não &eactute; mais que uma manifestação do que eu chamo de o último «autêntico» Jesus, cada geração tende a descobrir o último autêntico Jesus.

Há cem anos, Albert Schweitzer descobriu que o «autêntico» Jesus era um Evangelho Social Protestante. Nos explosivos anos vinte, as pessoas descobriram que Jesus era um rapaz de um pôster publicitário. Nos trinta, os nazistas descobriram um «autêntico» Jesus que era ariano, não judeu, enquanto que os comunistas descobriram um Jesus que foi o primeiro «marxista».

Nos sessenta, descobriu-se que o «autêntico» Jesus era um filho das flores, amante dos fungos alucinógenos, o qual explicava de forma estupenda todas as visões e milagres. Nos setenta, o «autêntico» Jesus era um «superstar» ao modo dos ditames da cultura do rock.

Nos anos oitenta, apareceu em cena para prometer saúde e prosperidade e curar a tua criança interior, ao modo de quando sofria crises existenciais --lutando com sua libido e corroído pela dúvida sobre si mesmo--, como se fosse uma criança ensimesmada da geração do «boom», em «A última tentação de Cristo».

Nos noventa, de repente se descobriu que era um entusiasta homossexual na obra blasfema «Corpus Christi».

Hoje, vivemos em uma cultura obcecada com a vida sexual dos ricos e famosos, que crê com facilidade em amplas teorias da conspiração, repleta de noções sobre paganismo e feminismo, e hostil às noções tradicionais tanto de razão como de autoridade.

Por uma incompreensível coincidência, Dan Brown descobriu um «autêntico» Jesus que reflete perfeitamente esta ampla cultura vaidosa. E quando as pessoas criam coisas baseadas nesta cultura mutável, especialmente coisas malignas, isto &eactute; daninho para sua f&eactute;.

Nosso livro está pensado precisamente para ajudar as pessoas a que deixem de levar tão a s&eactute;rio «O Código da Vinci». Felizmente, Dan Brown e companhia nos puseram as coisas fáceis neste sentido.

É muito fácil demonstrar que suas afirmações no livro são falsas. Por isso, a melhor cura contra «O Código da Vinci» &eactute;, afinal de contas, um vendaval curativo de risos bem informado.

Terça-feira, 30 de Junho de 2009

A Beatitudes precisa de você!

Ajudem a essa obra de Deus!
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SILVIO ZABISKY NETO.
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Segunda-feira, 29 de Junho de 2009

OS “NOVOS FIÉIS”

LEVANTEM-SE, POIS, OS FIÉIS.MESMO QUE MACHUCADOS, DOENTES, TRAÍDOS E COM FERIDAS DE MORTE.
Porque, após Sua ressurreição, o Senhor não se mostrou completamente sem feridas, em um corpo intacto, sem machucados, e sim, revelou Sua presença a Tomé através de Sua Chaga? Porque estas feridas estariam ali, em um Corpo ressurreto senão para uma indicação que foram estes sofrimentos que salvaram o mundo. É a mesma pergunta que fazemos: Porque eu sofro tanto se Deus está comigo?
As feridas do Senhor são como “placas” de sinalização com as informações necessárias para chegarmos ao nosso destino final: a eternidade. Sem estes sofrimentos não teríamos um indicativo por onde seguir. Como se viaja em uma rodovia que não tenham placas de sinalização? Será que se Tomé não tocasse a chaga ele permaneceria no caminho de Cristo?
As Escrituras são claras quando afirmam que “Agora me alegro nos sofrimentos suportados por vós. O que falta às tribulações de Cristo, completo na minha carne, por seu corpo que é a Igreja. (Col. 1,24).
Logo, ao que tudo indica, eu também sou responsável em apresentar a Salvação às pessoas. Teria uma relação entre a apresentação das chagas de Cristo a Tomé com a apresentação de nossos machucados para a salvação de alguém? Sim. O Senhor ensinou-nos a salvação de muitas pessoas exige uma oferenda de nós mesmos.
Pelos nossos sofrimentos, em Cristo, temos uma condição misteriosa de resgate e salvamentos de muitas almas. Senão, porque a Escritura diria “Crê você e sua família será salva”? (At. 16,31) senão pela certeza de que, mesmo no sofrimento, almas seriam salvas?
Esta relação de sofrimento com crença é a nova ordem deste século. Não é uma novidade em sua essência, pois, o Senhor já disse isso e sempre reafirma através da Igreja, dos santos e dos profetas destes tempos. Contudo, ela é nova na forma de se viver, nos métodos para se desenvolver e na expressão com que é anunciada.
O Senhor está chamando os “novos fieis”. Aqueles que já se lambuzaram da mentira, da vaidade, da sexualidade errada e querem beber de um Vinho novo e vestir uma nova ropuagem. Deus está convocando os novos fieis de um jeito novo. E a maior característica destes “fieis novos” são suas feridas expostas, machucados, cansaço físico, esgotamento da fé. Eles estão sendo recrutados para serem ofertórios vivos para a salvação do mundo. São os fieis da hora final. São os cristãos nascidos das bodas de Caná. Os fieis medrosos da Barca.
Os novos fieis não praticam atos de heroísmo evangélico. Não estão com Deus por causa de carro, casa, fama ou fortuna. Não ficam gritando pelas ruas chamando a atenção para si mesmos. Mas, são os que trazem em suas vidas chicotadas de velório, facadas de relacionamentos que não deram certo, mágoas de si mesmo por não terem êxito na vida. Que horror. São cristãos estranhos. Doentes, traídos, adulterados, bêbados, mesquinhos, medrosos e frustrados em seus casamentos. São pessoas que normalmente não seriam bem vindos em muitos templos. Mas, que O Senhor está convocando para se levantarem.
Tem muito fiel a Deus jogado na rua. Tem muito fiel a Deus largado em prostíbulo. Existe um grande número de jovens fieis lançados nos calabouços das drogas. Existe um número gritante de fieis a Deus perdidos nos sites pornográficos da Internet. E eles devem ser resgatados e levantados. Soerguidos. E O Senhor os chama como estandartes, para levantarem suas vidas e suas feridas como placa de sinalização. Apresentarem seus machucados pela salvação de suas famílias, dos jovens de sua casa, para a salvação do mundo.
Os “novos fieis” trazem consigo marcas eternas. Dores que não passam, só amenizam na Cruz. Por isso são tão humanos e tão misericordiosos. Só se ganha o diploma da misericórdia através da faculdade do sofrimento. É a ciência da vida.
Por fim, os novos fieis têm seus momentos de flagelo pessoal por onde sua parte “Tomé” avança desafiando fé e muitas vezes, desequilibrando e deixando um rastro devastador. E o mundo, estarrecido, não consegue compreender como estas pessoas ainda não desistiram de Deus depois de tanto sofrimento. É simples: eles não foram feitos com botão de “of”. Eles tem uma mão “colada na chaga” e a outra na humanidade. Deus nunca os abandonará. Sofrem. Sofrem muito. Choram. Sentem-se perdidos, desnorteados. Perdem entes queridos. São traídos. Não entendem nada. Mas, permanecem com Deus até o fim porque conhecem o Seu Pastor, conhecem o Seu Pai. Sabem do futuro que os espera.
Silvinho Zabisky
Contatos:silvinho@radiobeatitudes.com

A paz!

Pessoal estou de férias mais logo retorno com as postagens, a proxima é de Silvinho Zabisk da comunidade Beatitudes!
abraços.

Segunda-feira, 22 de Junho de 2009

Deus do impossível!

O cristão, que reconhece a presença viva e atuante de Deus, quando se confronta com algumas situações difíceis, costuma dizer: “já fiz tudo o que era possível, agora só Deus.” Isto mostra o reconhecimento do seu limite como criatura e sua dependência do Criador. Infelizmente, este não é o pensamento da maioria dos homens, principalmente os intelectualizados que querem e procuram ser Deus ou explicar Deus, sem, no entanto resolver seus próprios conflitos existenciais. Estes mesmos consideram que o impossível está ao alcance, inclusive tentando gerar vidas humanas (clonagem) esquecendo-se que jamais conseguirão gerar o espírito particular e inerente a todo ser humano.

Tudo que existe é obra de Deus, sua criação é perfeita. Ele criou o homem e tudo o que este necessitava para ser feliz: alimento, água, sal, sombra, companhia e o Senhor criou tudo de forma natural com uma única palavra: “Faça-se”.

Deus é onipotente. Mais ainda do que na criação, o poder de Deus revela-se também na história de seu povo.
A passagem do mar vermelho (Ex. 15), na qual é relatada a separação das águas, é atribuída a ocorrência de um "fenômeno" pelos sábios do mundo. Mas o que é um fenômeno? Segundo o dicionário da língua portuguesa: É um fato de natureza moral ou social de ocorrência rara e surpreendente; acontecimento extraordinário no ar ou no céu.

Bem, se acontece raramente e de maneira surpreendente, é estranho que a realização deste fenômeno se deu justamente quando o povo de Deus precisou.

Mais estranho ainda é que ele começou quando o povo de Deus atravessou e terminou quando os egípcios queriam fazer o mesmo, sendo afogados com seus carros e cavalos.

O poder de Deus era manifestado, seu povo enfrentava os inimigos, apresentando-se para as batalhas praticamente desarmados contra exércitos numerosos e fortemente armados.

Para ajudar os israelitas, Deus parou o sol. (Jos. 10,13), outro fato natural para Deus, mas que até hoje o homem não consegue explicação. Narra o livro de Josué (10,13a): “E o sol parou, e a lua não se moveu até que o povo se vingou de seus inimigos. O sol parou no meio do céu, e não se apressou a pôr-se pelo espaço de quase um dia inteiro. Não houve, nem antes nem depois, um dia como aquele." A terra parou. Segundo os cientistas (astrônomos), um acontecimento assim colocaria todo o sistema solar em caos. Mas a terra parou. Mesmo achando absurdo e considerando o relato bíblico como uma lenda, os homens da ciência, céticos como sempre, não conseguiram após vários cálculos provar que o movimento planetário nunca foi interrompido. Pelo contrário, os mais avançados computadores da NASA, depois de um árduo trabalho em recalcular as órbitas planetárias, concluíram sem acreditar, que havia um erro de 11 horas e 20 minutos, isto é, este tempo estava "faltando" no cronograma universal. (A Bíblia em Bytes on-line - Curiosidades http://www.bibliabytes.com.br)

O livro de Josué falava de “quase um dia inteiro”. De acordo com os cientistas, faltavam ainda 40 minutos, então o livro de Isaías (38,8) vem comprovar com exatidão: “Eis que farei voltar atrás dez graus (10°) a sombra do relógio de Acaz...”. Naquele tempo, o relógio utilizado era solar e 10° correspondia a 40 minutos, que era justamente a diferença entre o tempo encontrado pelos cientistas e o tempo relatado no livro de Josué. Deus, com Sua onipotência, parou o mundo por 11 horas e 40 minutos e depois para equilibrá-lo girou em sentido oposto durante 40 minutos. "Deus quis e assim foi feito; Ele ordenou e tudo existiu." (Sl. 32,9)

Percorrendo o tempo, a ação de Deus continuou, e em 312 d.C. , Constantino, governador supremo de Roma, resolve enfrentar o exército de seu inimigo Maxentius. Constantino era pagão e no anoitecer do dia 27 de outubro de 312 a.C., quando se preparava para a batalha, teve uma visão ao olhar para o sol que se punha: As letras gregas XP ("Chi-Rho" - as primeiras letras de Cristo) apareceram entrelaçadas com uma cruz enfeitando o sol, juntamente com a inscrição "In Hoc Signus Vinces" que em latim quer dizer "Sob este Signo Vencerás."

Constantino colocou então o símbolo nos escudos de seus soldados. No dia seguinte, apesar de estarem em minoria, (algumas fontes dizem que a vantagem era de 19 para 1 a favor de Maxentius, mas o provável era de 4 para 1) saiu vitorioso. Ele creditou a vitória ao Deus dos Cristãos e ordenou o fim de todas as perseguições nos seus domínios. Tudo isto está registrado nos livros de História, onde mais uma vez o impossível para o homem torna-se natural para Deus.

O Deus Todo-Poderoso não é um Deus limitado, nem específico como o Deus criado pela imaginação humana. Um Deus que a lógica humana consegue explicar não é o nosso Deus que é Único, Eterno, Imutável, Onipotente, Onipresente e Onisciente. Este sim confunde os sábios e poderosos. "Sua ciência é grandiosa e homem nenhum conseguirá alcançá-la." (Sl. 139,6). Suas obras são extraordinárias para os homens, no entanto, para Ele é natural.

Tudo que não se explica racionalmente atribui-se a fenômenos da natureza, esquecendo-se que a natureza como criação está sujeita ao Criador. Para nós cristãos, o Deus do impossível continua agindo, mas para os homens ateus, que julgam que os filhos escolhidos de Deus são provados de muitas coisas e questionam a qualidade da proteção divina, respondamos que suas constatações baseiam-se nos valores do mundo.

Nossos valores são outros, estes sim, são riquezas, tesouros que Deus tem preparado para nós desde o princípio até o fim.